domingo, 20 de setembro de 2015

Placa invisível

A capacidade humana para produzir bizarrices é estupenda. Basta seguir pelas ruas e observar em volta. Como alguém teve a criatividade para fazer algo como a colocação destas placas?


A placa de trânsito exatamente atrás da placa com a indicação dos nomes das ruas. Foi proposital? Foi desatenção? E o que diz a placa de trânsito: proibido virar à esquerda ou proibido estacionar? Não sabemos. Resta saber quem fez esta coisa bizarra. O órgão de trânsito colocou sua placa por trás da placa já existente ou a placa com nomes das ruas foi colocada posteriormente, sem a preocupação de não esconder a placa de trânsito que já estava lá?

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Vagas de estacionamento pago ocupadas gratuita e indevidamente

Estacionar. Está aí um grande desafio nas grandes cidades brasileiras. Cada dia, ser motorista se torna mais difícil. Não bastassem o estresse do trânsito, o preço elevado dos combustíveis e os custos dos estacionamentos, hoje em dia temos também que nos preocupar em pagar para deixar o carro na rua, seja com flanelinhas, seja em vagas de Zona Azul. Mas, até mesmo para encontrar onde estacionar nas ruas, está difícil.

Quem trabalha ou precisa se deslocar em bairros comerciais ou centrais sabe como é. Você roda vários minutos em busca de uma vaga livre de Zona Azul. Quando encontra, além de pagar por usar a vaga, tem que se preocupar em não extrapolar o tempo máximo de permanência na vaga para não pagar multa.


Além de todo esse "aperreio", ainda tem que se deparar com a situação como esta da foto acima: próximo ao Marco Zero da Cidade do Recife, vagas de Zona Azul ocupadas indevidamente pelo comércio informal. As vagas já são escassas e, mesmo assim, um pedaço generoso do quarteirão, devidamente sinalizado com placas de Zona Azul, tomado por carrocinhas de cachorro-quente e bebidas. Na foto, vê-se que pelo menos três vagas são ocupadas de uma só vez.

E o que é mais bizarro: a fiscalização multa o motorista que estacionar sem o bilhete ou que ultrapassar o limite de tempo, mas nada faz com os carroceiros que ocupam as vagas sem pagar nada por elas.

Ai de ti, cidadão!