Gasolina, álcool, diesel, troca de óleo, extintores, lojas de conveniência... Já há algum tempo os postos de combustíveis vendem produtos e serviços. Destes, os que até os dias de hoje sempre foram gratuitos são o fornecimento de água para o motor e ar para calibragem de pneus. Era gratuito. Agora parece que a gratuidade está com os dias contados.
Olha aí que o acabamos de encontrar em um posto de combustíveis de bandeira famosa. Quatro minutos de ar por R$ 1,00. É, amigos! A crise chega para todos. Se não dá para "estocar ar", vamos pagar por ele. Em breve, em mais postos perto de você,
sábado, 5 de dezembro de 2015
domingo, 18 de outubro de 2015
Entre, mas deixe seu sorvete fora
Eu já vi placas em estabelecimentos proibindo a entrada de pessoas sem camisa, em traje de banho, com capacete, portando máquinas fotográficas ou objetos metálicos. Acho que todos já viram. Mas o que acho que ninguém viu foi proibir a entrada com sorvete.
Em tempos de aquecimento global, o calor anda tão insuportável que o sorvete virou refúgio, só que o aumento do consumo dele agora trás problemas para as lojas de roupas. E agora a gente se depara com uma placa bizarra como essa.
Em tempos de aquecimento global, o calor anda tão insuportável que o sorvete virou refúgio, só que o aumento do consumo dele agora trás problemas para as lojas de roupas. E agora a gente se depara com uma placa bizarra como essa.
domingo, 20 de setembro de 2015
Placa invisível
A capacidade humana para produzir bizarrices é estupenda. Basta seguir pelas ruas e observar em volta. Como alguém teve a criatividade para fazer algo como a colocação destas placas?
A placa de trânsito exatamente atrás da placa com a indicação dos nomes das ruas. Foi proposital? Foi desatenção? E o que diz a placa de trânsito: proibido virar à esquerda ou proibido estacionar? Não sabemos. Resta saber quem fez esta coisa bizarra. O órgão de trânsito colocou sua placa por trás da placa já existente ou a placa com nomes das ruas foi colocada posteriormente, sem a preocupação de não esconder a placa de trânsito que já estava lá?
A placa de trânsito exatamente atrás da placa com a indicação dos nomes das ruas. Foi proposital? Foi desatenção? E o que diz a placa de trânsito: proibido virar à esquerda ou proibido estacionar? Não sabemos. Resta saber quem fez esta coisa bizarra. O órgão de trânsito colocou sua placa por trás da placa já existente ou a placa com nomes das ruas foi colocada posteriormente, sem a preocupação de não esconder a placa de trânsito que já estava lá?
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Vagas de estacionamento pago ocupadas gratuita e indevidamente
Estacionar. Está aí um grande desafio nas grandes cidades brasileiras. Cada dia, ser motorista se torna mais difícil. Não bastassem o estresse do trânsito, o preço elevado dos combustíveis e os custos dos estacionamentos, hoje em dia temos também que nos preocupar em pagar para deixar o carro na rua, seja com flanelinhas, seja em vagas de Zona Azul. Mas, até mesmo para encontrar onde estacionar nas ruas, está difícil.
Além de todo esse "aperreio", ainda tem que se deparar com a situação como esta da foto acima: próximo ao Marco Zero da Cidade do Recife, vagas de Zona Azul ocupadas indevidamente pelo comércio informal. As vagas já são escassas e, mesmo assim, um pedaço generoso do quarteirão, devidamente sinalizado com placas de Zona Azul, tomado por carrocinhas de cachorro-quente e bebidas. Na foto, vê-se que pelo menos três vagas são ocupadas de uma só vez.
E o que é mais bizarro: a fiscalização multa o motorista que estacionar sem o bilhete ou que ultrapassar o limite de tempo, mas nada faz com os carroceiros que ocupam as vagas sem pagar nada por elas.
Ai de ti, cidadão!
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Promoção para enganar trouxa
Promoção: aquele anúncio para seduzir o consumidor que apresenta produtos com preço abaixo do convencional. É assim que funciona uma promoção. Então você, humilde consumidor, está no supermercado e se depara com uma pilha de refrigerantes, num corredor diferente de onde normalmente ficam as bebidas, com o cartaz da foto abaixo anunciando uma super-promoção.
"Que beleza!", diz você, consumidor que não perde uma promoção. Levando uma Coca Coca e uma Kuat você pagará apenas R$ 7,99. É a grande pedida do dia. Aí você vai e coloca logo no carrinho três de cada, afinal promoção é promoção.
Então, um outro consumidor, conhecido como consumidor desconfiado, resolve querer saber qual o tamanho da economia ao aproveitar esta promoção. Logo vai ao setor dos refrigerantes para ver quanto custam individualmente uma Coca e uma Kuat. O consumidor atravessa todo o supermercado, já que a promoção foi colocada bem longe do setor dos refrigerantes (por que será?). Ao chegar lá tem essa surpresa:
Neste esperto supermercado, o cartaz anunciando a promoção é apenas um disfarce para induzir o consumidor a comprar, achando que está fazendo um grande negócio ao aproveitar uma promoção inexistente. Sabe como se chama isso? Promoção para enganar trouxa. Mais uma bizarrice do nosso cotidiano.
"Que beleza!", diz você, consumidor que não perde uma promoção. Levando uma Coca Coca e uma Kuat você pagará apenas R$ 7,99. É a grande pedida do dia. Aí você vai e coloca logo no carrinho três de cada, afinal promoção é promoção.
Então, um outro consumidor, conhecido como consumidor desconfiado, resolve querer saber qual o tamanho da economia ao aproveitar esta promoção. Logo vai ao setor dos refrigerantes para ver quanto custam individualmente uma Coca e uma Kuat. O consumidor atravessa todo o supermercado, já que a promoção foi colocada bem longe do setor dos refrigerantes (por que será?). Ao chegar lá tem essa surpresa:
É isso mesmo. R$ 4, 99 + R$ 3,00 = R$ 7,99! Ou seja, não há nenhuma promoção. Que beleza, hein?
domingo, 21 de junho de 2015
Acessibilidade legalmente prejudicada
Estamos vivendo um tempo onde campanhas em defesa da acessibilidade nas grandes cidades são comuns. Fala-se em prédios com acessos facilitados aos cadeirantes, calçadas rebaixadas, etc. Então, de repente, deparamo-nos com uma cena como esta.
A calçada até que foi projetada com uma rampa para acesso de cadeirantes, mas a Prefeitura do Recife, ao mesmo tempo, loteou a rua com diversas vagas de estacionamento rotativo (chamado de Zona Azul) e resolveu demarcar uma das vagas de estacionamento exatamente na frente da rampa, bloqueando, dessa forma, a rampa usada pelo cadeirante. E por ironia maior ainda, a vaga de estacionamento é justamente uma vaga reservada para carro de deficiente físico. Não tem nem para quem reclamar, já que a vaga de estacionamento está legalmente demarcada.
Que bizarro! O cadeirante motorizado possui uma vaga para estacionamento. O cadeirante sem carro, que trafega nas ruas, não pode subir a calçada (nem descer dela). A rampa, feita para ele, estará quase sempre bloqueada.
domingo, 8 de março de 2015
Era uma vez uma faixa azul
Era uma vez uma faixa azul, aquela em que o transporte público tem prioridade exclusiva para circulação. Era uma vez a faixa da pista em que os ônibus podem trafegar com velocidade, livres do trânsito congestionado.
A medida, adotada em algumas cidades, tem funcionado na maioria da vezes e os motoristas de carros, em geral, tem respeitado a faixa, exceto naqueles dias em o trânsito do lado deles está insuportável. É assim todas as manhãs na Avenida Mascarenhas de Moraes, no bairro da Imbiribeira. A falta de fiscalização das autoridades faz os motoristas mais apressados (ou atrasados, ou impacientes?) não pensarem duas vezes antes de invadirem a faixa exclusiva. Nestes dias de tráfego pesado, acaba-se a educação, acaba-se a gentileza e impera o "quando o feijão é pouco, meu pirão primeiro".
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