quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Uns com tanto; outros com tão pouco
O mundo é cheio de desigualdades. Enquanto uns tem mais do que o suficiente, mais do que precisam, outros não chegam a ter o básico para suas necessidades. Muitas vezes, os abastados e os pouco favoritos acabam se cruzando e suas desigualdades se tornam mais evidentes.
Não. Não estamos falando de riqueza. Estamos falando da posse de um item básico e obrigatório de segurança: capacete. Na mesma foto, que você vê acima, os opostos se encontraram no semáforo: um motoqueiro com dois capacetes e outro sem nenhum capacete.
Bizarra contradição: uns com tanto; outros com nada.
domingo, 10 de agosto de 2014
Se não pode dentro, em cima serve
O cidadão educado costuma reclamar quando vê outros cidadãos jogando lixo no chão. O cidadão educado também reclama quando precisa segurar o lixo na mão por bastante tempo à procura de uma única lixeira que, muitas vezes, simplesmente não existe em determinados pontos de sua cidade. Nesta situação, o cidadão educado termina por, ele mesmo, sendo obrigado a jogar o lixo no chão.
Um situação bizarra acontece como na foto acima. O cidadão educado não jogou o lixo no chão. Ele procurou fazer tudo direitinho: segurou seu lixo até achar uma lixeira, encontrou-a e, quando foi descartar o lixo, se deparou com uma dessas novas lixeiras padronizadas que estão sendo compradas pelas prefeituras de diversas cidades do Brasil: uma lixeira cuja "boca" é tão pequena que não permite a passagem de um côco.
O que fez o cidadão educado? Obviamente, como ele não é um cidadão bizarro, não jogou o côco no chão. Mas, como a boca da lixeira não o deixou colocar o lixo no local desejado, usou sua criatividade para, ao menos, colocá-lo "na lixeira". Se não pode colocar dentro, que ao menos fique em cima. Mais uma situação bizarra que mereceu registro.
Um situação bizarra acontece como na foto acima. O cidadão educado não jogou o lixo no chão. Ele procurou fazer tudo direitinho: segurou seu lixo até achar uma lixeira, encontrou-a e, quando foi descartar o lixo, se deparou com uma dessas novas lixeiras padronizadas que estão sendo compradas pelas prefeituras de diversas cidades do Brasil: uma lixeira cuja "boca" é tão pequena que não permite a passagem de um côco.
O que fez o cidadão educado? Obviamente, como ele não é um cidadão bizarro, não jogou o côco no chão. Mas, como a boca da lixeira não o deixou colocar o lixo no local desejado, usou sua criatividade para, ao menos, colocá-lo "na lixeira". Se não pode colocar dentro, que ao menos fique em cima. Mais uma situação bizarra que mereceu registro.
domingo, 6 de julho de 2014
Impossível telefonar
Um certo grande e moderno shopping center disponibiliza diversos telefones públicos para seus frequentadores. Tudo bem que, hoje em dia, tais aparelhos são cada vez menos utilizados, já que quase todo mundo possui telefones celulares, mas, vez por outra, precisamos utilizá-los. O certo é que a pessoa que escolheu o local, onde os aparelhos foram colocados, nunca deve precisado fazer uma ligação nestes telefones. Preste atenção à imagem!
Sabe o que é isso redondo no teto? Adivinhou? É simplesmente um caixa de som! São vários caixas como este, espalhados pelo shopping, por onde são difundidas as músicas ambientes do shopping. Tudo bem, desde que os telefones não fossem instalados estrategicamente abaixo de um deles. Impossível conseguir ouvir alguma coisa na ligação telefônica. Pior: não é um fato isolado. Em diversos outros corredores, deste mesmo shopping, onde há um grupo de aparelhos telefônicos sempre há um caixa de som acima. Mais uma bizarrice cotidiana.
Sabe o que é isso redondo no teto? Adivinhou? É simplesmente um caixa de som! São vários caixas como este, espalhados pelo shopping, por onde são difundidas as músicas ambientes do shopping. Tudo bem, desde que os telefones não fossem instalados estrategicamente abaixo de um deles. Impossível conseguir ouvir alguma coisa na ligação telefônica. Pior: não é um fato isolado. Em diversos outros corredores, deste mesmo shopping, onde há um grupo de aparelhos telefônicos sempre há um caixa de som acima. Mais uma bizarrice cotidiana.
sábado, 7 de junho de 2014
Operação Verão de Inverno
Estamos em pleno mês de junho. O verão terminou em 20 de março, quando começou a primavera. O inverno começará oficialmente no dia 21 de junho. No Nordeste, informalmente o inverno já chegou , pois a época das chuvas já começou há dias.
No Recife, as coisas são diferentes. Em pleno mês de junho, debaixo de muita chuva, as diversas placas bizarras das obras espalhadas pelas ruas da cidade indicam que a Prefeitura está realizando a Operação Verão.
E aí? O que você acha? Será que a Prefeitura do Recife está atrasada (ainda acha que o Verão não acabou) ou, na verdade, está a frente do seu tempo (já antecipando o próximo verão)?
sábado, 8 de março de 2014
A árvore de lixo
Muita gente sonha com o dia em que dinheiro dê em árvore. Enquanto esse dia não chega, vamos nos contentando com as frutas mesmo ou fantasiando com os presentes que "dão" nas árvores de natal. Já o pessoal desta rua foi mais além.
Quem diria? Agora lixo também dá em árvore! Se faltam cestos de lixo, pelo menos o lixo não fica espalhado na rua. O cheiro é que não deve ser bom. Bizarro!
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Um de 500 mais caro que dois de 250
Quantas vezes você já ouviu um vendedor anunciando: "Um custa R$ 3,00 e dois sai por R$ 5,00"? Certamente muitas vezes. É normal que, ao comprar algo em uma quantidade maior, o custo percentual seja menor que o valor da mesma compra em quantidades menores. Da mesma forma, um produto vendido em uma embalagem maior, tende a ser relativamente mais barato que em embalagens menores. Por exemplo: um refrigerante numa garrafa de 2 litros custa menos por ml que quatro refrigerantes de 500 ml.
Essa não parece ser a lógica utilizada no preço de alguns produtos vendidos em certos supermercados bizarros. Em um destes supermercados, foi flagrada a situação descrita na foto acima. Um pote de margarina de 500 gramas (R$ 3,99) não sai mais barato que dois potes de 250 gramas (que juntos custam R$ 3,78). É a lógica bizarra contrariando a lógica comum.
![]() |
| 250 gramas custam R$ 1,89, já 500 gramas custam R$ 3,99 |
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Cará e alho
Está aí um exemplo de dois produtos alimentícios que nunca deveriam ser comercializados muito próximos em um supermercado. Até poderiam ficar próximos, mas pelo menos as placas com seus preços poderiam ficar, digamos, mais distantes. Sei lá, vai que uma mente bizarra entende errado. Não é mesmo?
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