domingo, 30 de dezembro de 2012

Sem calçada, cadeirante divide rua com carros


Doze cidades brasileiras irão receber jogos da Copa do Mundo. Mesmo assim, em todas elas, faltam investimentos em infra-estrutura, principalmente, para acessibilidade. Se as cidades não dispõem de calçadas adequadas nem mesmo para as pessoas que não possuem necessidades especiais, imagine se teria para os portadores de necessidade. Imagine como deve ser difícil ir de um canto a outro da cidade tendo que se deslocar em uma cadeira de rodas.

No flagrante acima, o cadeirante tinha a sua disposição uma calçada, porém, sendo esta completamente irregular e mal cuidada, restou-lhe a opção de trafegar nesta movimentada avenida, junto com o tráfego pesado de carros, ônibus, caminhões e motos. Um risco à vida deste cidadão que não recebe de volta o merecido retorno ao pagamento de seus impostos.

De fato, não é fácil a vida dos cadeirantes nas cidades brasileiras. Bizarra situação!

sábado, 22 de dezembro de 2012

Para seu split estalar


Seu split não estala mais? Se você está precisando contratar este serviço, então olha aí. Seus problemas acabaram. Depois deste serviço, seu ar condicionado split estará estalando que é uma beleza. Bizarro!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Erro de engenharia na orla


Olha para a foto acima. Deve ser de algum país arrasado por um furacão, não? Não, não. Apenas parece que foi um furacão. Esta orla "arrasada" fica no Brasil, país que não tem esse tipo de fenômeno natural. Mais precisamente, no Janga, bairro da cidade pernambucana de Paulista. O calçadão da beira-mar foi construído há cerca de dez anos e possui pouco mais de 2 km repletos de bancos como estes, onde 90% estão exatamente iguais aos mostrados na foto. Se não foi furacão, como podem tantos bancos de cimento e ferro, materiais tão resistentes, estarem assim, quebrados?


A explicação é simples, mas, nem por isso, pouco bizarra: erro de cálculo, erro de engenharia. Quem projetou (ou fez) os bancos colocou a distância entre os suportes dos bancos muito grande para suportar o peso dos assentos. Vendo por outro referencial, a espessura do assentos ficou muito fina para a distância usada para os suportes. O resultado é este presenciado: 2 km de bancos quebrados, praticamente todos da mesma forma. Bizarro! Tão bizarro quanto a falta de atitude da prefeitura, que não moveu uma palha sequer para consertar o estrago que já se arrasta por anos. Ora, 2 km de bancos não desabam todos de uma única vez. Foram caindo, caindo, caindo,... e nada de conserto. Duplamente bizarro.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Troque uma sandália e pague cinquenta


Alguma coisa muito estranha deve ter acontecido neste estabelecimento. Olha a ameaça do proprietário! Você ainda vai ter coragem de trocar as sandálias? Vai correr o risco de ter que pagar cinquenta sandálias. Bizarro, hein!?

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Coitados dos cadeirantes


Os cadeirantes já devem estar até acostumados, mas deve ser revoltante ver sua possibilidade de locomoção ser ainda mais dificultada por cidadãos bizarros que fazem vistas grossas para o direito alheio. É certo que é cada vez mais difícil encontrar vagas de estacionamento nas vias públicas, mas isso não é desculpa para fechar a rampa de acesso destinada única e exclusivamente aos portadores de necessidade.

As cidades brasileiras já não são muito bem dotadas na questão da acessibilidade. Nos locais onde a infra-estrutura para a acessibilidade existe, ainda assim é preciso contar com a colaboração da população. Não foi o caso do bizarro motorista, flagrado acima, que cometeu duas infrações: além de fechar a rampa ainda estacionou o carro na esquina.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Transferência de responsabilidade


Quem costuma comprar água mineral de 20 litros nos supermercados sabe que estes estabelecimentos costumam verificar a validade do garrafão que você entrega para troca. Os supermercados chegam a negar receber seu garrafão, caso esteja fora da validade. No entanto, esta mesma preocupação em só aceitar garrafões válidos não existe na hora de vendê-los para os clientes.

A imagem acima é de uma placa em um supermercado de Manaus. Ela transfere para o cliente o papel de observar a validade do garrafão e se isenta da responsabilidade de só vender água mineral em garrafões dentro do prazo de validade. O que ocorre com um estabelecimento comercial que vende carne estragada? É multado, não é? E o que ocorre quando vende água mineral com garrafão "estragado"? Aparentemente nada! Não deveria ser assim.

O aviso pode ser entendido da seguinte forma: "Eu não aceito seu garrafão vencido, mas posso vendê-lo fora do prazo de validade." Também pode ser entendido assim: "Se você comprar (pagar) de mim um garrafão vencido, o problema é seu que não olhou antes."

É bizarro!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

"Não pise na grama!" Mas como?


Quem nunca viu uma placa com os dizeres "Não pise na grama."? O cidadão educado procura seguir a dica e andar pelo passeio público para não castigar o gramado. Mas como não pisar na grama se um motorista obstrui sua passagem, estacionando o carrão bem na saída do passeio?

É! Não tem jeito. Dessa vez, ou o cidadão vai subir no carro e passar por cima dele ou não vai ter como seguir as placas. Bizarro motorista!

sábado, 16 de junho de 2012

Uma grade no meio do caminho


Todo mundo sabe para que servem as faixas de pedestres. É utilizando a faixa que o pedestre tem prioridade e segurança na travessia de vias públicas ou de vias internas de estabelecimentos públicos. Por este motivo, recomenda-se que o pedestre sempre procure atravessar na faixa, da mesma forma que o campanhas orientam os condutores a respeitar e dar prioridade ao pedestre na faixa.

Agora, veja as fotos acima e abaixo. O que acontece se o pedestre que trafega no estacionamento deste shopping procurar fazer o certo, ou seja, atravessar na faixa? Isso mesmo, se estiver entrando no shopping vai encontrar uma grade no final da travessia (se estiver saindo, encontrará no início) que o obrigará a andar fora da faixa.


Sabe-se lá qual o motivo desta grade estar alí. Independentemente do motivo (digamos que exista um boa explicação), a grade está no lugar errado. No mínimo deveria ser aberta na parte central, permitindo assim a travessia segura. Grade bizarra!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Delegacias com bancos quebrados

Os Distritos Integrados de Polícias de Manaus, conhecidos como DIPs, possuem prédios padronizados. Na entrada, uma recepção, uma grande sala de espera para o cidadão e balcões de atendimento. Neles, é possível, por exemplo, o cidadão registrar boletins de ocorrência. Acontece que, em muitos dos 19 DIPs, também é padrão um problema de infra-estrutura que afeta diretamente o cidadão: a falta de manutenção dos bancos da sala de espera destinados à população.

Bancos dos 1º DIP
A foto acima mostra a situação dos bancos no 1º DIP, no bairro Praça 14 de Janeiro. Vários bancos encontram-se quebrados. Observe que, além do banco em destaque, há uma pessoa à frente (à esquerda da foto) sentada em um outro banco sem encosto. Fazer um B.O. já não é uma coisa agradável. Imagine como deve se sentir quem precisa ficar vários minutos numa sala de espera sem conforto.

Bancos do 12º DIP
Situação semelhante acontece em outros DIPs. As demais fotos mostram a situação do 12º DIP, no Bairro Flores. Lá, a quantidade de bancos quebrados é a maior dentre os DIPs visitados pel'O Bizarro Cotidiano.

Outros bancos do 12º DIP
Todas as fotos são do último final de semana de abril deste ano. Numa época em que o Governo do Estado está investindo bastante em segurança com concurso de policiais, programa Ronda no Bairro e novas viaturas, por exemplo, é importante não esquecer de manter a infra-estrutura dos DIPs em perfeito estado de conservação para atender a população.

Esperamos que os gestores adotem as providências necessárias. O blog terá o maior prazer de mostrar novas fotos assim que os bancos estiverem consertados. Compromisso assumido!

domingo, 22 de abril de 2012

Justificativa para carro rodar sem placa

O leitor Rodrigo Araujo fez um comentário na publicação abaixo e apontou uma situação em que a lei permite carros trafegarem nas vias públicas sem emplacamento. O texto abaixo foi retirado da seção de Perguntas e Respostas do site do Detran de Pernambuco: http://www.detran.pe.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&id=1&Itemid=2:

5 - Comprei um carro zero quilômetro e quero saber quantos dias posso andar com ele antes de ir ao DETRAN para registrá-lo?

Resposta: O prazo para transitar com veículo zero quilômetro, antes do registro e licenciamento de veículo, é de 15 (quinze) dias consecutivos, desde que portando a nota fiscal (de acordo com a Resolução nº 004/1998-CONTRAN, modificado pelo Resolução 269/2008-CONTRAN).
OBS: Este prazo é para transitar com o veículo até o órgão de trânsito para fins de registro.


Não se sabe se o flagrante descrito abaixo se enquadra nesta situação, mas, de qualquer forma, aí está uma possível justificativa. Será?

sábado, 21 de abril de 2012

Carro de concessionária rodando sem placa

Olha só para isso. Desafiando a lei, desafiando a fiscalização das autoridades de trânsito, a concessionária resolveu botar seu carro zerinho para passear na rua, sem EMPLACAMENTO.

Créditos: http://www.facebook.com/fanny.barbosa
A concessionária está errada. É obvio! Mas errado também está quem deveria fiscalizar esse tipo de coisa. É justamente por incompetência das autoridades de trânsito em manter uma fiscalização ostensiva que essas bizarrices acontecem.

Apesar de tudo isso, no fundo fica aquela sensação: "Se os ônibus novos, que chegaram a Manaus, puderam rodar sem placa sem a menor punição, quem dirá o carro de uma simples concessionária."

domingo, 1 de abril de 2012

Estabelecimentos donos das ruas

As ruas são, por natureza, públicas. Segundo o código de trânsito, os condutores de veículos podem estacionar nas ruas em que não haja proibição explícita através de sinalização oficial, como placas de "proibido estacionar" e guia de meio fio pintada de amarelo. Em todas as demais vias públicas, o estacionamento é permitido próximo ao meio fio e a pelo menos cinco metros da esquina.

A despeito da regulamentação, prevista no código de trânsito, alguns proprietários comerciais resolveram criar seus próprios códigos e, simplesmente, acham-se no direito de proibir o estacionamento na rua em frente a seus estabelecimentos, como pode ser visto no flagrante abaixo.


Esta é a rua que circunda a Praça 5 de Setembro (antiga Praça da Saudade), em Manaus. Aqui, os donos do Hotel Belíssimo e do bar ao lado (sem placa de identificação) decidiram que a rua não é mais pública. Cones e jarros foram dispostos na via de forma a impedir o estacionamento na frente dos estabelecimentos.






Imagine você que o cidadão paga impostos e, quando procura um local para estacionar seu carro, além de já ser tradicionalmente "assaltado" pela praga dos flanelinhas, que se julgam donos da rua, agora tem seu direito restringido por novos donos da rua. E ai daquele que ignorar os cones e resolver parar o carro ali, na rua dos bizarros proprietários.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

E nesse PAC tem goteira


O cara que teve a ideia de criar os PACs está de parabéns. Através dos vários PACs existentes em Manaus, o cidadão pode, em um só lugar, ter atendimento rápido para resolver diferentes situações em postos do Detran, da Amazonas Energia, da Defensoria Pública, da Semef, daÁguas do Amazonas, entre outras. Uma verdadeira "mão na roda".

Apesar disso, é preciso também cuidar da infra-estrutura para poder receber bem a população. A foto acima mostra que alguns PACs não estão sendo bem cuidados. Bastou o "céu cair" na tarde do dia 13 de fevereiro para que as goteiras deste PAC também dividissem espaço com a população. Infra-estrutura bizarra!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Revistas que não podem ser folheadas


O dono desta padaria resolveu incrementar seus lucros vendendo revistas. Cansado de ver seus clientes pegarem as revistas, darem uma olhadinha nas páginas interessantes e irem embora sem comprar as revistas, resolveu proibir as "espiadinhas" dos clientes. Mas parece que a mensagem ficou mais bizarra que o comportamento dos clientes, afinal o que é uma revista que não pode ser folheada? Uma revista de uma página? Você compraria uma revista que não pode ser folheada?

domingo, 15 de janeiro de 2012

Mais direto impossível


Este blog já mostrou alguns exemplos de motoristas bizarros que estacionam seus carros de forma toda errada, invadindo a outra vaga. Todos sabem como se deve estacionar, mas alguns preguiçosos preferem parar de qualquer forma.

Foi pensando nestes bizarros que os donos deste estacionamento mostrado acima resolveram deixar um "recadinho" para os condutores. Destaque para a redundância: "corretamente" e "dentro vaga". É óbvio, mas pelo menos chama a atenção dos mais folgados. Uma frase bizarra para os motoristas bizarros.